Autor : GERSON JOÃO DA SILVA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:No Brasil o modelo de desenvolvimento dos setores ligado a Agricultura foram construído a parti de uma matriz ideológica e tecnológica baseada na exploração excessiva dos recursos naturais, concentração de terras, adoção de práticas agrícolas descontextualizadas com a diversidade climática e ecológica do país. Neste contexto tornou-se imprescindível que o técnico em agropecuária no seu processo de formação vivencie de forma teórica e prática experiências que possibilite a compreensão de técnicas de produção que rompa o paradigma dominante imposto pelas multinacionais do setor agrícola. Objetivou-se com esse trabalho realizar uma breve reflexão sobre o processo de ensino-aprendizado a parti do projeto de extensão “Práticas de Produção Agroecológicas na formação do Técnico em Agropecuária” desenvolvido no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias (CCHSA), Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Foram desenvolvidas ações estratégicas visando o fortalecimento dos conhecimentos técnicos na formação básica dos Técnicos Agropecuários, considerando temáticas e ações relacionadas com o ambiente e ao desenvolvimento sustentável. A equipe executora do projeto realizou reuniões, palestras e oficinas práticas que busquem treinar e capacitar os estudantes do Técnico em Agropecuária na execução de práticas de produção agroecológica, visando à sustentabilidade da atividade agrícola. Realizamos oficinas práticas, palestras e cursos sobre: cobertura vegetal, adubação verde, adubação orgânica, biofertilizantes, compostagem, indicadores biológicos e físicos de fertilidade do solo e plantio direto, técnica de Sistema Agroflorestal seguindo o ideal de produção e um ambiente em recuperação, porém, com retorno econômico e alcance da soberania familiar. As atividades foram organizadas para que possa haver reuniões semanais para planejamento das mesmas, avaliação das ações realizadas e a se realizar, apresentação dos resultados parciais, discussão e programação de outras ações. O processo de reflexão sobre esse trabalho possibilitou identificarmos apontamentos importantes sobre a prática de extensão em uma perspectiva dialógica e problematizada sobre questões inerentes a formação do técnico em agropecuária, e uma visão da produção agrícola de bases agroecológicas para difusão nas comunidades gerando novas oportunidades de melhoria das condições de vida do homem do campo. Do ponto de vista dos benefícios esperados no processo ensino-aprendizado dos alunos do Curso de Bacharelado em Agroecologia do CCHSA/UFPB envolvidos no projeto, possibilitou fornecer meios práticos e incentivos para o aprimoramento e revisão dos princípios agroecológicos aplicados na produção agrícola, no intuito de fortalecer os conhecimentos teóricos já adquiridos ao longo do Curso. As formas equivocadas de difusão do conhecimento na agropecuária contribuiu para a crise que o setor vivencia. A formação do técnico em agropecuária deve ser voltada para resoluções de questões baseados em tecnologias de baixo impacto e sustentáveis, essa abordagem possibilitou ampliar a compreensão do manejo dos agroecossistemas com uma perspectiva que possibilidade a otimização do manejo dos recursos naturais e com isso romper com o paradigma dominante mantido pelo uso irracional das tecnologias inapropriadas com a diversidade climática e ecológica encontra no Brasil. Construir autonomia para reflexão da ação executada possibilita uma formação cidadã e crítica. A reflexão sobre a execução desse projeto aponta que é necessário que o diálogo seja a mola motriz da ação extensionista, assim construiremos possibilidades reais de um mundo mais humano.

Autor : MILENA BARROS MARQUES DOS SANTOS

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:O conceito de Água Virtual, introduzido por John Anthony Allan no final dos anos 1990, consiste em compreender que o consumo de água por seres humanos não é limitado ao consumo direto, mas, ao comércio e consumo indireto da água embutida no processo de produção de diferentes produtos, especialmente das commodities agrícolas. Nesse sentido, o conceito relaciona-se diretamente com o de “pegada ecológica”. O Brasil está entre os países que mais exportam água virtual em produtos como carne e soja – o Nordeste Semiárido exporta mais do que importa. A proposta deste artigo é, de um lado, apresentar e discutir os resultados de uma revisão sistemática sobre o uso do conceito por pesquisadores brasileiros, particularmente os que atuam em instituições situadas em territórios do Semiárido nordestino, observando, dentre outras questões, o contexto dos usos, a natureza da produção, os enfoques, a compreensão implícita ou explicita de água, inferências sobre modelos de desenvolvimento e as evidências do tipo de apropriação (concordância, reforço, crítica etc); e, de outro, propor um debate sobre água virtual e desenvolvimento, dialogando, criticamente, com os achados. A pesquisa tem caráter exploratório e foi realizada em duas bases específicas de dados: o Portal de Periódicos da Capes e a Base Scielo Periódicos. Nas duas bases foram utilizados os mesmo descritores para a busca: água virtual e água virtual e sustentabilidade. Considerando que o conceito de água virtual aparece em texto datado de 1998, a pesquisa tomou como recorte, o período compreendido entre 1998 e 2018. Levou-se em consideração apenas os textos publicados, exclusivamente, no Brasil e em periódicos. Foram considerados, para análise, apenas os textos em que os descritores apareciam pelo menos no título, resumo ou palavras chaves. A análise dos achados foi feita à luz dos enfoques de CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) e da abordagem da ecologia política. Em cerca de 70 textos, nas duas bases, foram observados que o conceito de água virtual apareceu mais em: estudos centrados na produção de commodities, gestão de recursos hídricos, agro e hidronegócio, importação e exportação, produção de alimentos e consumo de água. De maneira geral, o conceito aparece associado ao de pegada hídrica e sustentabilidade. A água, majoritariamente, é compreendida como recurso natural. Há mais aceitação do conceito que discussões que procurem ampliá-lo, reformulá-lo ou mesmo desconstruí-lo. Boa parte dos autores tem vínculos, ao menos declarado, com as Ciências Naturais. A transposição do São Francisco, o Vale do São Francisco e, sobretudo, a produção de fruticultura no Vale do São Francisco são temas em que o Nordeste e/ou Nordeste Semiárido aparecem nos textos. Há estudos com preocupações em políticas públicas de água, regulação, modelos alternativos de produção, reuso e atualização do conceito de gestão hídrica. Por diferentes caminhos e enfoques os estudos visitados apontam, não sem controvérsia, pelo menos cinco agendas: preocupação crítica com o excessivo uso de água pela agricultura, com questionamento sobre a quantidade de água empregada na produção e o significado dessa produção em termos nutricionais; comércio mundial de alimentos que representa uma gigantesca transferência de água entre países produtores e importadores, e o lugar do Brasil e, sobretudo, do Nordeste, nesse contexto; discussão que sinaliza para o enfrentamento epistemológico da relação água virtual e desenvolvimento e para o empoderamento político do conceito, pois nos estudos visitados a dimensão técnica se sobressai; apontamento de problemas em relação às políticas públicas e modelos de gestão hídrica em curso; e, indicação para que se olhe a questão da água virtual como evidência da racionalidade dominante, que considera a água como recurso que assegura a sustentabilidade de sua reprodução.

Autor : URANDY ALVES DE MELO

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:A presente pesquisa tem o objetivo de discutir e analisar a contribuição social da pesquisa científica para os educandos nas regiões semiáridas. Serão apresentados os aspectos principais a respeito das dimensões cientificas nos espaços regionais, as práticas de pesquisa científica e reflexiva-crítica para a produção dos conhecimentos no contexto das regiões semiáridas. A pesquisa foi realizada com estudos bibliográficos dos teóricos: Monteiro & Diniz (2013), Hofstatter & De Oliveira (2016), Da Silva Nóbrega & Das Graças Cleophas (2016), entre outros. Resultados constataram que a pesquisa científica, predominantemente abordada a partir das orientações dadas pelos educadores contribui muito para o aprimoramento das produções científicas de adolescentes e adultos do semiárido brasileiro. Concluir-se que a pesquisa científica é uma ferramenta que dinamiza fortemente o alunado como sujeito de sua própria aprendizagem, possibilitando metodologias participativas de conhecimentos para a sociedade futura.

Autor : ALISSON CLEBIO DE ARAUJO PEREIRA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:Em suas especificidades o semiárido das regiões brasileiras ocupa um espaço preenchido pelas diferentes populações humanas, desafiando, de maneira peculiar e milenar as relações para o habitar da sociobiodiversidade. As pesquisas colocam as pessoas em contato com instituições para articular as produções científicas nas sociedades semiáridas. Isso faz com que elas tenham algo incomum nos conhecimentos, para uma produção diferenciada, tendo em mente contribuírem, satisfatoriamente com dignidade e melhorias nas condições das pesquisas científicas e, assim, sistematizarem as suas experiências de conhecimentos no semiárido. Partindo desses pressupostos teóricos, o presente estudo tem como objetivo discutir sobre os desafios do conhecimento científico no semiárido brasileiro. Para atingir esse objetivo refletiu sobre a disponibilidade de recursos nos centros de pesquisas para as pesquisas no contexto das sociedades semiáridas do Brasil, bem como argumentou sobre os problemas alarmantes e os avanços predominantes no planejamento das políticas públicas geradas pelo Governo Federal nas regiões semiáridas, para o incentivo às produções científicas. Partindo desses pressupostos teóricos, foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas teorias de Albuquerque (2009), Marques (2009), Meneghine (2012), Rocha (2012), entre outros. Os resultados dessa pesquisa constataram que os desafios na produção científica provoca uma trajetória para as tensões apontadas à ciência nos setores do Semiárido brasileiro. Concluiu-se que a produção científica é uma ferramenta que se estabelece na convivência social e nas relações sociais das comunidades semiáridas.

Autor : ELIZÂNGELA CARDOSO DE ARAÚJO SILVA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:A formação de novos quadros de pesquisadores no Brasil passa por processos de transformações sociais. Este trabalho tem como objetivo apresentar um relato de experiência sobre o processo de devolutiva de conhecimento dos autores deste texto. A metodologia utilizada para esta escrita é relato de experiência envolvendo a sistematização de conclusões parciais sobre a importância de realizar ações devolutivas das pesquisas universitárias com os sujeitos envolvidos. Consideramos que a ampliação das políticas de ensino superior; as contradições que a acompanham na realidade brasileira possibilitaram a presença, de sujeitos de diferentes povos e etnias nas universidades e em diferentes áreas do conhecimento. Este trabalho vem apresentar reflexões sobre o compromisso social dos pesquisadores universitários no Nordeste do Brasil, uma de origem indígena latino-americana e outro de origem africana. Este trabalho trata de iniciativas voltadas ao fortalecimento da organização social de indígenas do povo Pankararu da aldeia Bem Querer, no Sertão de Pernambuco a partir do planejamento e execução de atividades de formação socioeducativas realizadas por dois pesquisadores da UFPE. No primeiro tópico serão apresentadas reflexões sobre a função social da universidade e em seguida, relato da experiência de diálogo e criação de espaços sócio educacionais junto aos indígenas Pankararu. Também são apresentadas reflexões sobre a questão étnico-racial no Benin, na busca por interlocução do conhecimento entre diferentes experiências de organização social e de auto reconhecimento identitário de diferentes povos. A Universidade pública tem a função muito importante: produzir e difundir conhecimento. Neste trabalho serão apresentados os processos metodológicos das atividades realizadas na aldeia Bem Querer de Cima. Com base no diálogo entre elementos empíricos da vivência particular dos autores e elementos de pesquisas realizadas sobre o tema, o texto pretende chamar a atenção para as demandas da relação entre universidades, produção da pesquisa e comunidade. Desse modo, apresentamos uma metodologia construída pelos autores (uma assistente social e um estatístico economista) para a realização de atividades durante o trabalho de campo. Levando em consideração as mudanças reais, objetivas e subjetivas impostas às populações indígenas e às populações vindas da África para o Brasil no período da colonização, a partir de uma síntese de todo processo de apagamento cultural e impedimentos de participação política e social dessas populações na dinâmica geral da sociedade brasileira, considera-se que os processos de organização social, fortalecimento do conhecimento político e melhorias das condições materiais favoreceram conquistas de muitos direitos sociais hoje reconhecidos pelo sistema jurídico brasileiro. A metodologia envolve uma análise de uma realidade particular; uma análise de um “Estudo de Caso” (Laville & Dionne, 1999). Durante o ano de 2018 foram realizadas quatro atividades socioeducativas na aldeia: duas oficinas, duas rodas de conversa. Este ano ainda serão realizadas mais três atividades pelos pesquisadores, todas como eventos de extensão da UFPE. As atividades realizadas tinham com objetivo geral, criar espaços de socialização dos conhecimentos adquiridos na Universidade e realizar o planejamento de novas atividades voltadas ao fortalecimento da organização social local. Entre as considerações finais, as atividades comunitárias realizadas pelos pesquisadores pós-graduandos em 2018 contribuem para fortalecer a organização social do povo indígena da aldeia Bem Querer de Cima, por se tratar da importante criação de espaços de debate e formação social. Conclui-se os moradores da aldeia Bem Querer de Cima relatam os diferentes momentos de racismo e preconceitos vividos na região. Consideramos imprescindível a organização dos sujeitos a partir de diferentes espaços de conversa e compartilhamento de informações sobre a história, a origem e os processos de formação das aldeias no Sertão de Pernambuco para o fortalecimento da identidade e a melhoria da organização social em favor da defesa dos direitos dos moradores da aldeia.

Autor : PÂMELA RODRIGUES AZEVEDO

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:Com o crescimento cada vez mais acelerado e a robotização dentro dos sistemas produtivos promovem o desenvolvimento do capitalismo e neste cenário as cooperativas se apresentam como uma alternativa de fortalecimento de diversos setores, tanto produtivos como de serviços. No sistema cooperativista é possível garantir a estabilidade e os direitos trabalhistas, pois a cooperativa cria o mercado de demanda que não seria viável se o produtor trabalhar de maneira individual. Assim, fortalece territórios e promove maior autonomia para as comunidades. E um fator de grande importância para o estabelecimento e prosperidade das cooperativas é o processo de educação cooperativista. Assim o objetivo desse trabalho foi investigas quais os principais entraves que provocam a não ocorrência ou atraso nos processos de educação cooperativista, aprendizagem e comunicação, relações humanas e administrativas na Cooperativa dos produtores agropecuários de Garanhuns - COOPAGA , analisando quais os seus desafios e perspectivas nesses setores. Para o desenvolvimento deste trabalho foram aplicados questionários estruturados e entrevistas tomando como base a metodologia de pesquisa-ação, A aplicação da metodologia implica em uma avaliação da organização a fim de identificar os problemas que impedem o seu desenvolvimento, neste caso a pesquisa-ação não se apresenta como uma solução total dos problemas, mas sim como uma maneira de apontar de forma participativa ações de solução para os problemas encontrados. Os questionários, contendo perguntas abertas e fechadas e entrevistas foram direcionados a atual gestão da COOPAGA e a dez cooperados ativos, podendo apreciar com focos investigativos a partir das respostas: organização, relações humanas, comunicação, e a educação cooperativista. Após analise dos dados gerados na COOPAGA foi possível analisar a dinâmica funcional, a interação entre cooperados, as suas potencialidades e os principais entraves da cooperativa. Podendo ser considerado uma organização forte no setor agrícola na cidade de Garanhuns-PE, é ainda bem alocada e demostra alta capacidade para crescer. No entanto tem como maior desafio estreitar a comunicação entre os cooperados respeitando as diferenças de idade e linguagens. Os entrevistados ao serem abordados sobre o planejamento de atividades em cooperação cerca de 80% não participa das atividades coletivamente. A organização geral de gerenciamento não tem um plano de gestão bem estabelecido e claro, o que provoca confusão no momento da tomada de decisões administrativas da cooperativa, tornado mais dificultoso o processo de relações cooperados e cooperativa e as decisões de ação mais onerosas e demoradas. De acordo com Sousa et. al. ( 2013). Tem como fundamento que este conceito não se limita, apenas, a pregar a doutrina e defender os princípios cooperativistas, mas ir fundo na questão de capacitar os associados para melhorar o nível de participação e interagir no dia a dia da cooperativa, com vistas em viabilizá-la como empresa, dando lhes condições reais de competir no mercado e de promover seu desenvolvimento organizacional, estrutural e econômico. A educação cooperativista é o ponto investigado que apresenta menor desenvolvimento dentro da cooperativa, durante a atual gestão, onde quando questionados sobres à participação ou promoção de eventos relacionados ao tema 70% afirmaram que não tem a participação neste tipo de atividade. Segundo Souza (2013), a educação cooperativista tem dupla finalidade de manifestar sua potencialidade, econômica e social, pois os processos educativos vinculados as cooperativismo são meios pelos quais ocorre a transmissão dos valores orientados para melhor relação e organização do fluxo de informações direcionadas aos associados e públicos afins. Sendo indicado a gestão manter ações de educação, formação e informação que atinja todos os cooperados fazendo com que estes desenvolvam uma cultura cooperativista, vindo a corroborar com a consolidação do empreendimento e o desenvolvimento da agricultura familiar na região.

Autor : ÉRICA RENATA CLEMENTE RODRIGUES

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:De modo específico, esse relato de experiência, problematiza o intercâmbio de conhecimentos entre escolas e instituições de ensino superior, a partir do programa de extensão da Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA – Ciência para Todos no Semiárido Potiguar, parte da aplicação da Metodologia Cientifica ao Alcance de Todos – MCAT, uma metodologia tecnológica social que estimula o desenvolvimento da curiosidade científica desde as séries finais do ensino fundamental ao ensino médio que é o grande diferencial. Objetiva compartilhar experiências exitosas dos estudantes de escolas estaduais de Ensino Médio da cidade de Mossoró-RN, a partir da mudança de comportamento dos estudantes após a participação em Feira de Ciências. A aplicação da MCAT fomenta a busca do conhecimento dos estudantes, formando novos cientistas, que criam projetos a partir de suas próprias ideias, ultrapassando fronteiras do nosso estado e do país. Outra grande evolução do programa é o acesso dos estudantes das escolas públicas nas universidades, eles já entram nas universidades interessados em pesquisar, além disso, muitos deles atuam como monitores voluntários no programa. As etapas de realização das Feiras de Ciências começam com uma capacitação pelas universidades parceiras em “Metodologia Científica” a partir de uma tempestade de ideias com os professores de todas as áreas de conhecimento; em seguida são realizadas duas oficinas: essa capacitação contempla 03 momentos; contabilizando 40 horas de estudos sobre como elaborar projetos, e como realizar uma feira de ciências. Em um segundo momento, acontece à visita de um multiplicador (da UFERSA) as escolas (UFERSA) para tirar dúvidas relacionadas a organização da Feira de Ciências – é interessante destacar que esses multiplicadores, em sua maioria, são ex-alunos de escolas públicas que participaram de feiras de ciências, e quando acessam a universidade multiplicam sua experiência, compartilhando-a com alunos das escolas públicas; culminando com a realização das feiras de ciências em três etapas; feira de ciências nas escolas, feira de ciências municipal e feira de ciências regional ou estadual, finalizando com premiações e credenciais para feiras nacionais e internacionais. Entendemos as feiras de ciências como meio para a propagação da popularização da ciência na educação básica; envolvendo diálogo e interação constante entre universidades, professores e alunos. Essa aprendizagem dialógica é importante tanto para formação continuada do professor quanto para a formação dos estudantes, desenvolvendo práticas experimentais utilizando o método científico, tendo a oportunidade de desenvolver o pensamento crítico e investigador. A semente que vem sendo plantada tem estimulado nos jovens o desenvolvimento do espírito inquiridor que caracteriza o cientista, capacitando-os no uso da metodologia científica. Enfim, é de grande importância pois representa a culminância de todo um trabalho que favorece o avanço da ciência, cultura, trabalho e tecnologia.

Autor : POLIANO BARBOSA ARAÚJO

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:_ Texto: espaço 1,5. _ Em notas de rodapé, em citações diretas com mais de 3 linhas e nas legendas de ilustrações: espaço simples. Letra tamanho 10. Em títulos que têm duas ou mais linhas: espaço simples. _ Antes e depois dos títulos (início de capítulo): 2 espaços 1,5 _ Antes e depois dos subtítulos: 1 espaço 1,5 _ Entre as ilustrações e o texto: 1 espaço 1,5 _ Na lista de referências, entre uma referência e outra: 1 espaço simples.

Autor : GEORGE LACERDA BELÉM

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:O cariri paraibano é reconhecidamente uma região com poucas oportunidades de emprego para as mulheres que não possuem escolaridade, o que acarreta sua exclusão social, pois a desigualdade na oferta de emprego às mulheres as tornam maioria com relação à situação de pobreza e baixa renda. Adiciona-se a este contexto o fato dessas mulheres não terem tido acesso a qualquer tipo de capacitação para desenvolver atividades que as incluam social e economicamente na sociedade. Com isso, a maioria delas se concentra no trabalho doméstico, sem qualquer tipo de remuneração. Diante disso, este trabalho teve como propósito capacitar mulheres de baixa renda, ou que dependem de benefícios do governo como fonte de renda, para a fabricação de sabão caseiro a partir de óleo residual de empreendimentos comerciais do município de Sumé-PB. Além disso, o trabalho objetivou contribuir para o reaproveitamento de óleo de cozinha descartado, fornecer opção de geração de renda às mulheres de baixa renda do município de Sumé-PB e contribuir para a redução do descarte de óleo de cozinha usado. Trata-se de uma forma simples e de baixo custo para a obtenção de uma renda adicional às mulheres que estão excluídas do mercado de trabalho. Além do mais, com a coleta do óleo usado dos empreendimentos que forneceram a matéria-prima para a fabricação do sabão, o trabalho contribuiu para a diminuição do descarte inadequado de cerca de 100 L de óleo por mês, colaborando com a preservação do meio ambiente. As mulheres passaram por uma capacitação referente ao procedimento de fabricação de sabão e foram supervisionadas por alunos durante a confecção do produto. No primeiro encontro foi aplicado um questionário socioeconômico aos presentes. No segundo encontro, já com turmas divididas, apresentou-se a importância dos 5 R’s. Durante esse momento, os participantes comentaram a respeito do que faziam com o óleo e foram apresentadas maneiras simples de ser sustentável em casa. Depois desses encontros, foi realizada a aula prática. Antes, porém, houve um treinamento da equipe com a técnica da área de Química da UFCG. Durante a aula prática para o público alvo, foi explicado todo o processo de fabricação. Os participantes e as participantes interagiram, o que ajudou durante o processo. Uma semana depois das aulas práticas, houve outra reunião para avaliar o sabão produzido, o qual foi considerado de boa qualidade. No final do projeto, houve um encontro as oito pessoas que continuaram no projeto, as quais, em conversa informal, relataram que estão fabricando sabão para vender e conseguindo uma renda extra. O trabalho, portanto, beneficiou não apenas as mulheres envolvidas diretamente no processo de obtenção do sabão, mas também suas famílias e a comunidade de uma forma geral, visto que houve redução na quantidade de descarte de óleo contaminado.

Autor : CODJO OLIVIER SOSSA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:No Brasil, a urbanização de territórios onde habitavam populações indígenas, fez com que esses se tornassem trabalhadores assalariados de economias locais. É possível identificar essa realidade nos documentários: “Índios na cidade, vidas em travessia” (2014). São muitas as razões que levam os indígenas se deslocarem para as cidades. No documentário “Índios na cidade” (2013), produzido com depoimentos de indígenas de várias regiões do Brasil e residentes na grande São Paulo, é possível identificar que muitos indígenas migram para a cidade por necessidade de sobrevivência, de trabalho, de acesso a serviços básicos e melhores condições de vida, como: educação, saúde, moradia. Este texto tem como objetivo apresentar características das condições de vida de indígenas na área urbana no Brasil e as motivações dos deslocamentos indígenas para as cidades. Nos dois vídeos analisados, sobressaem-se as características específicas de trabalhos/empregos dessa inserção na vida urbana, como destaca Joaquim Vicente de Paula (Chefe do IBGE de Roraima, “Índios na cidade”, 2013), ao citar as desigualdades históricas que atingem indígenas: o não acesso à educação escolar, o não acesso à qualificação profissional, não acesso ao ensino superior leva os indígenas a compor os indicadores de menor renda e menor escolaridade, elementos esses que os localizam nas piores condições de emprego e trabalho. A metodologia está baseada em pesquisa documental e bibliográfica de natureza qualitativa e quantitativa. Realiza-se por meio da análise de documentários sobre “indígenas nas cidades” destacando dados da região Nordeste e de Pernambuco sobre educação e renda. Tem como principal fonte, o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os relatos dos participantes dos dois documentários analisados apresentam diferentes situações que marcam a vida indígena na cidade: a ausência de qualificação profissional, a precária inserção da força de trabalho em diferentes setores da economia onde desenvolvem atividades como: ajudantes, pedreiros, carpinteiros, auxiliares de serviços gerais, domésticas, etc. Essa inserção é acompanhada de preconceitos que levam, em alguns casos, ao isolamento e ao adoecimento mental. Entre os resultados da análise documental, o Documentário: “Índios na cidade, vidas em travessia” (2014) apresenta diferentes possibilidades de organização social de indígenas no contexto urbano: organização de mulheres para o enfrentamento da violência contra a mulher; discussão sobre direitos sociais como: moradia, educação, saúde e respeito étnico. Destacam-se, nos enfrentamentos da vida urbana, o desejo de viver a identidade ética, a cultura, os vínculos espirituais com mais respeito, bem como, o direito ao acesso à educação escolar e profissional como meio de construir habilidades e competências imprescindíveis para maior atuação política nos espaços de decisão sobre as políticas indigenistas e melhores condições de vida na cidade. A educação escolar é um direito fundamental e uma possibilidade real de melhoria das condições de vida na cidade. A melhoria de indicadores de escolaridade é um elemento muito importante para pensar formas de participação social mais ampla. Porém, o fato social, ético de respeito à diversidade étnica é um desafio: respeito à língua, à cultura, às crenças e práticas espirituais dos indígenas ainda é um grande problema enfrentados nas escolas de ensino regular na área urbana. Entre as aproximações e sínteses conclusivas, pode-se afirmar que as mudanças contemporâneas nas condições de vida indígena são resultantes de longos processos sociais históricos da formação econômica do Brasil. A presença indígena no contexto urbano ainda é um desafio para a sociedade brasileira, considerando as desigualdades que afetam a sua presença nas cidades e o reconhecimento tardio das garantias do Estado brasileiro do direito à diferença e ao respeito étnico dos povos originários.

Autor : KAROLINE FERNANDES SIQUEIRA CAMPOS

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:O foco principal deste estudo está na apresentação dos efeitos da implantação de um Empreendimento Hidrelétrico, também conhecido na Amazônia como Grandes Projetos, em um território com potencial hídrico que enfrenta a problemática da ausência do fornecimento energético, impedindo o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico e a superação de percalços em viver na escuridão “nas trevas”.As crises geradas, são (in)sustentáveis, criadas com o discurso de levar à lugares isolados geograficamente, o tão sonhado desenvolvimento, mas as discrepâncias na prática são enganosas e manipuladoras, gerando um cenário de implantação com dois lados antagônicos, sendo um da exploração das riquezas naturais e produção energética para atender o sistema capitalista em escala global e do outro uma comunidade, que sofre as mazelas da dependência dos detentores do poder, que sem conhecimento sobre seus direitos, não possuem autonomia, protagonismo em lutar para que as medidas compensatórias sejam implantadas em prol do coletivo e assim manterem acesa a esperança de dias melhores.A Usina Hidrelétrica (UHE) de Santo Antônio do Jari, tem aportada em sua trajetória a introdução de técnicas e tecnologias do capital, demarcando consequentemente a produção de novos territórios na Comunidade Tradicional do Iratapuru, repercutindo dilemas que comprometem as potencialidades hidroelétricas do Amapá e geram não energia limpa que atenderia aos Relatórios Mundiais, a exemplo de Brundtland (1987), mas as crises energéticas para os menos favorecidos.Ressalta-se que neste objeto de estudo, assim como a maioria dos Grandes Projetos instalados na Amazônia, empreendimentos capitalistas, a marca principal é a exploração das riquezas, impondo novos limites geográficos e culturais, o que compromete diretamente na vida das pessoas, que já afetadas socioeconômico e ambientalmente, tem suas tradições desfeitas, transformando os modos de vida, contribuindo com a permanência da invisibilidade.Comprovou-se pelos relatos e experiências, que os EIA e RIMAS camuflam os verdadeiros efeitos ambientais, pois são documentos superficiais e frágeis, que burlam as premissas impostas pela legislação ambiental, repercutindo em represamentos criminosos à fauna e flora, a exemplo das áreas de reservas florestais, a alteração proposital do curso de água, que impacta a economia, e neste estudo o que mais foi citado nos grupos focais e história oral, que o maior prejuízo para os moradores, foram as interferências no território, pois implantaram moradias sem nenhum elo com o rio e a floresta.Dentre os resultados esperados e obtidos, conclui-se que as formas diferentes de ocupação da comunidade tradicional do Iratapuru, efetivamente corroboraram com o aumento das desigualdades no território explorado, gerando um antagonismo existencial entre os “intrusos” mercados capitalistas, com as técnicas e tecnologias implantadas e do outro os povos e comunidades da floresta, perdendo o território identitário denominado, onde pulsam o modo de vida ribeiro, caboclo, tradicional, com peculiaridades próprias sobre a cultura, economia, política, bens materiais e imateriais, por vezes são invisíveis aos olhos dos “desatentos”.

Autor : LUCIANA VIEIRA LOPES

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:As políticas públicas educacionais brasileiras estão comprometidas com os interesses que circundam as demandas privatistas da educação, expostas nos arcabouços legais justificadores da transferência de recursos econômicos para a iniciativa privada e, na outra ponta pelo sucateamento da pública educação. É possível verificar as consequências do alarmante sucateamento na desvalorização dos planos de carreira dos profissionais da educação, na precariedade das condições materiais objetivas de trabalho, no engessar das práticas pedagógicas reféns do receituário livro didático, além do aligeirado processo formativo que se converte em acriticidade frente às demandas cotidianas. Quando se pensa em formação, fala-se de políticas de formação, o que na cultura ocidental aparece de forma dual nas instituições familiar e escolar. Dada a centralidade e a exaltação da escola, é preciso compreender seu uso instrumental para o ajustamento cultural dos indivíduos em defesa de um ideal de cidadania. Se de outro modo fosse, se as políticas curriculares e de avaliação evidenciassem mais a humanidade do processo educacional do que a capacidade de produção em série, as múltiplas faces da politização estariam voltadas à dialogia entre teoria e realidades sociais. Entretanto, se a escola enclausurar -se em seus próprios guetos, disciplinas, práticas individualistas e de reducionista formação para o mundo do trabalho, os resultados sociais reificarão e estratificação imposta desde o advento do capitalismo. A educação não é meramente a transmissão de conteúdo formal aos educandos, antes, a educação tem como objetivo precípuo a constituição do senso de cidadania. Para tanto, no espaço escolar, toda essa atuação e pensamento deve cooperar com uma educação emancipadora e moderadora, com vistas a formar os cidadãos e cidadãs capazes de compreender de forma autônoma o mundo e com plena capacidade de decidir os rumos nos quais desejam viver. A escola é o espaço onde mais e melhor se pode internalizar e praticar a democracia, que vai levar a uma real solidariedade, o respeito, o diálogo, a colaboração e o bem-estar de todos os cidadãos. O espaço democrático é uma questão que não pode ser improvisado, pelo contrário, supõe uma tarefa e um compromisso, neste sentido, o Estado surge a partir da decisão e a necessidade de as pessoas que compõem, para unir esforços dentro de um espaço participativo para a realização do bem comum. Quando se pensa em formação, concomitantemente, fala-se de políticas de formação, o que na cultura ocidental aparece de forma dual nas instituições familiar e escolar. Essa responsabilidade bipartida não inclui outros espaços- tempo capazes de promover a emancipação intelectual dos indivíduos. Por isso, dada a centralidade e a exaltação da escola, é preciso compreender seu uso instrumental para o ajustamento cultural dos indivíduos em defesa de um ideal de cidadania. Se de outro modo fosse, se as políticas curriculares e de avaliação evidenciassem mais a humanidade do processo educacional do que a capacidade de produção em série, as múltiplas faces da politização estariam voltadas à dialogia entre teoria e realidades sociais. Nas últimas décadas, a educação nacional sofreu repressivas ações de sucateamento, em termos de política educacional, investimento econômico e perspectiva cultural de formação, freando a possibilidades de avanços, a médio e a longo prazo, de um projeto de sociedade democrático e promotor da autonomia política, intelectual e social dos alunos. Problematizar a atual reforma do Ensino Médio significa de igual modo questionar a validade da proposta de “continuação dos estudos” no Ensino Superior, como se, pelo atual modelo estrutural-curricular, fosse quase automática essa transição. Ao que se percebe, a prescrição prevista pode resultar no contrário, num retrocesso histórico que provocará na escola pública a redução de oferecimento de conhecimentos curriculares.

Autor : SEVERINO TIAGO DA SILVA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:Neste trabalho, busca-se compreender a educação do campo a partir de seus atores e nos mais diversos espaços geográficos, entendendo educação do campo como resultado das lutas sociais e como política pública em resposta aos anos de omissão do Estado em relação ao campo e aos seus filhos e filhas. Procura-se estabelecer como os movimentos sociais rurais e os sujeitos do campo produzem territórios e como se manifestam suas diversas territorialidades na construção de uma educação pública do campo, para o campo e para os seus atores. Para tanto, o campo de pesquisa escolhido foi bastante propício, pois possibilitou a investigação in loco, por ser uma escola situada na zona urbana com predominante demanda do campo. Trata-se da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Renato Ribeiro Coutinho, localizada na cidade de Alhandra- PB, que tem nos seus quadros um contingente significativo de alunos do campo e, nesse contexto, cabe a discussão sobre como se dá a recepção desses sujeitos a partir da implementação de uma proposta pedagógica voltada aos anseios e interesses do campo e do seu povo. Propõe-se analisar a realidade dos alunos originados do campo, demonstrando a receptividade destes alunos na Escola; sua realidade pedagógica, verificando as condições da escola para oferecer uma formação adequada a estes alunos. O que se pretendeu foi elaborar uma análise sobre o atendimento das demandas da educação do campo na escola urbana. Nesse sentido cumpre, inicialmente, questionar se é possível uma educação do campo numa escola urbana. A escola campo de pesquisa tem demonstrado isso no atendimento aos alunos do campo? Os professores têm considerado a origem de seus alunos no planejamento de suas práticas educativas? Ou são indiferentes? Se são indiferentes, por que o são? Para tanto, o trabalho de enfoque quantitativo- qualitativo e para a coleta de dados foi utilizado questionários para a análise dos atores pesquisados. Passamos a analisar os questionários aplicados num estudo quantitativo-qualitativo como já indicamos. Essa fase corresponde especificamente à apreciação dos dados colhidos em campo, não só os questionários, mas também os dados relativos ao próprio campo de investigação. A pesquisa se desenvolveu à luz de Santos (1988), Caldart (2004), Coelho (2007) e Freire (1988). Observou-se que a escola, parte integrante, complementar, desse amplo processo educativo, esteja ela situada no campo ou na cidade, não pode se omitir diante de uma realidade em que o mundo rural brasileiro se encontra, com uma grande desigualdade social, com o latifúndio expropriando trabalhadores e carregando consigo a dignidade desses homens e mulheres que vivem da terra. A escola, portanto, tem responsabilidade com os filhos da terra na promoção da educação do campo, no campo e para o campo para superação da ingenuidade e da consciência oprimida, através de um currículo que prestigie a zona rural e de uma escola que exercite a alteridade, se abra a pluralidade e viva a diversidade.

Autor : GIORGIO MENDES RIBEIRO

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:O presente trabalho teve como objetivo relatar a experiência do Projeto Hortas para o Ensino Fundamental, desenvolvido pela Universidade Federal Rural do Semi - Árido - UFERSA vivida entre os alunos e professores da escola Estadual Francisca Marins de Souza, localizada na cidade de Mossoró-RN, onde foi implantada uma horta modelo com a proposição da ampliação do conceito e das possibilidades pedagógicas a partir da horta no ambiente escolar ao associar teoria e prática, tendo como consequência a internalização do conhecimento por meio de atitudes que vão refletir numa alimentação mais saudável e práticas sustentáveis voltadas para a questão ambiental. A metodologia adotada é a participativa com o envolvimento dos diversos atores da escola. As atividades são desenvolvidas com o planejamento em conjunto com professores e a equipe do Programa e, posteriormente, com as atividades em sala de aula e no ambiente da horta. O diferencial é o caráter interdisciplinar. São formas de apreender que vão além da simples assimilação de conteúdos. A horta promove a vivência do aprendizado com as crianças sendo protagonistas do processo teórico/prático, culminado com uma mudança de atitude com o ‘gosto’ pelas hortaliças. Os resultados mostraram que as atividades desenvolvidas na horta, resultaram na motivação e engajamento dos alunos na prática do manejo da horta que se refletiu no rendimento escolar. Cerca de duas mil crianças participaram direta ou indiretamente das atividades do programa. Em termos acadêmicos os bolsistas do programa desenvolveram atividades de ensino, pesquisa e extensão rendendo artigos científicos e de extensão em congressos. Vários materiais didáticos foram produzidos como dois livros (Hortas para o Ensino Fundamental e Victor no Reino das Hortaliças), além de produção de gibis sobre alimentação saudável e brinquedos sustentáveis (Dados Ambientais, Bingo das Hortaliças e Trilha das Hortaliças). O programa foi destaque em telejornais e foi reconhecido pelo Prêmio Jovem Cientista como incentivador dos bons hábitos alimentares. O programa também rendeu o documentário Plantar Saber. O Programa tem recebido ofícios de escolas e prefeituras para orientação e compartilhamento da experiência. Na escola os resultados são uma alimentação saudável na merenda e mudanças de hábitos alimentares. A forma inovadora do programa tem sido fundamental para os resultados positivos ao promover alimentação equilibrada, educação ambiental e responsabilidade social em grupo. Em mais de três anos de atividade o programa tem possibilitado aos educandos desfrutarem dessa aprendizagem contribuindo para a vivência de uma nova realidade educacional na qual, os próprios educandos são motivos e motivados por este processo de aprendizagem. Dessa forma, a horta vem desenvolvendo uma prática educacional mais motivadora, aliando ensino, aprendizagem e mudança de atitude de toda comunidade escolar, um local privilegiado para pensar e repensar as práticas cotidianas voltadas para uma vida melhor, mais saudável, num planeta mais ecologicamente correto.

Autor : MARCELO RODRIGUES DO NASCIMENTO

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:Na preparação de alimentos que são submetidos a processos de fritura, à altas temperaturas, o óleo começa a sofrer um processo de degradação, este processo tem incentivado pesquisadores do mundo todo a avaliarem as alterações produzidas nos óleos, quando os mesmos são submetidos a aquecimentos prolongados, assim determinando-se que é hora de descartar o óleo [1]. O resíduo do óleo de cozinha, gerado diariamente nos lares, indústrias e estabelecimentos do país, devido à falta de informação da população, acaba sendo despejado diretamente nas águas, como em rios e riachos ou simplesmente em pias e vasos sanitários, indo parar nos sistemas de esgoto causando danos no entupimento dos canos e o encarecimento dos processos das estações de tratamento em até 45%, além de acarretar na poluição do meio aquático, ou, ainda, no lixo doméstico – contribuindo para o aumento das áreas dos aterros sanitários. O óleo de cozinha usado pode servir como matéria-prima na fabricação de diversos produtos, tais como biodiesel, tintas, óleos para engrenagens, sabão, detergentes, entre outros [2]. Portanto, esse trabalho objetiva promover o reaproveitamento dos resíduos de óleo de fritura e seu retorno à produção, como matéria-prima, agregando valor econômico à cadeia produtiva, diminuindo o custo do produto derivado final em relação à produção com matéria-prima virgem e ainda preservar o meio-ambiente. As amostras de resíduos de óleo de frituras de pastel foram recolhidas da lanchonete do IFPB - campus Campina Grande, enquanto que as de origem domésticas são de moradores do próprio bairro Dinamérica, comunidade onde o campus está inserido. Foram executadas operações que visam facilitar o reaproveitamento desses resíduos; i) coleta e armazenagem, ii) desemulsificação, iii) purificação (via filtração à vácuo), no intuito de se adequar às condições de trabalho e, portanto, a padronização e desenvolvimento de processos diversos, tal como a produção de ésteres. A caracterização físico-química dos resíduos pré-tratados, no que diz respeito ao pH, densidade, teor de ácidos graxos e índice de saponificação, podem dar indícios e nortear o valor do material de escolha para essa pesquisa. Os resultados para as amostras representantes do universo dos resíduos de óleo de pastelaria e o óleo de residência são, respectivamente: massa específica a 20 °C 930,0 e 919,0 método ABNT NBR 7148, teor de água mg/kg 1831 e 845 método ASTM D 6204, viscosidade cinemática a 40 °C (mm²s-¹) 65,1 e 34,6 método ABNT NBR 10441, índice de acidez (mg KOH/g) 5,6 ± 0,2 e 1,8 ±0,2 método norma 016/IV do Instituto Adolfo Lutz. A partir dos resultados obtidos, é evidente notar uma diferença entre as propriedades físicas destes óleos. O valor médio de acidez obtido nas amostras analisadas foi de 3,7 ± 0,2. O valor estabelecido pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, gás e biocombustíveis) para o biodiesel é de 0,5 mg KOH/g então o óleo analisado está com índice de acidez muito superior ao recomendado, ratificando a importância de seu tratamento. Ainda no processo de fritura em elevadas temperaturas, o óleo sofre mudanças físico-químicas pela interação com o ar, água e alimento, podendo formar ácido graxo. À medida que aumenta esse teor de ácido, há um incremento na viscosidade, tornando o óleo mais grosso. O teor de água é maior no óleo de pastelaria, pois no processo térmico promove maior formação de peróxidos e hidroperóxidos, já que se acredita que estes produtos tenham afinidade com H2O. A mistura destes subprodutos gerados pelo aquecimento do óleo em repetidas frituras, quando ingeridos pelas pessoas, inibem as ações das enzimas pancreáticas diminuindo o ritmo da digestão. Assim, é muito comum a pessoa passar mal após comer um salgado frito com óleo usado várias vezes.

Autor : RENATA ISIDORO DA SILVA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:O trabalho artesanal sustentável pode ajudar no desenvolvimento de habilidades manuais e na utilização do aprendizado como nova fonte de renda familiar. Além disso, ressalta-se a importância de promover um desenvolvimento dessas práticas artesanais sustentáveis, através do reaproveitamento de materiais, com intuito de minimizarem os impactos ambientais e promover uma maior conscientização do ser humano. Diante disso, o núcleo de extensão EDIFICAR do Campus de Campina Grande, firmou parceria com a ONG “O Resgate” que trabalha com a recuperação de dependentes químicos e alcoólicos, que necessitam como parte do processo, estarem envolvidos em atividades ocupacionais que visem à formação de uma identidade sustentável em indivíduos que estão passando por processo de reabilitação na sociedade. Inicialmente foi feito um estudo bibliográfico sobre temas pertinentes para a realização do projeto. Posteriormente, a equipe do projeto participou de uma oficina de técnicas de encadernação, para que que pudesse transferir seus aprendizados através de aulas teóricas e oficinas de encadernação com os internos. Depois ocorreu uma visita a ONG, localizada no munícipio de Campina Grande – PB, para conhecer os dependentes químicos e o que faziam no local como terapia ocupacional. Em seguida, os integrantes do projeto realizaram aulas expositivas sobre meio ambiente, sustentabilidade, educação ambiental, reaproveitamento de materiais, empreendedorismo, economia solidária, artesanato e encadernação com os internos no IFPB – Campus Campina Grande. As oficinas de encadernação ocorreram uma vez por semana durante três meses. Através da visita a ONG e de acordo com o trabalho que vem sendo realizado na mesma foi possível identificar que todos têm uma grande preocupação com o meio ambiente sempre priorizando o espaço onde vivem. Com relação às atividades realizadas por eles na ONG, foi observado através da visita que grande parte dos internos já trabalhavam com o artesanato e que essas atividades se distribuíam em diversas artes como a produção de quadros, estofados, montagem de miniaturas, entre outras, providas de materiais reaproveitados. A maioria dos produtos por eles confeccionados ficam expostos na própria ONG. Durante a realização das aulas expositivas, pôde-se observar que os dependentes químicos que participaram ficaram atentos as apresentações e pareceram entusiasmados em poder aprender novos conhecimentos. O mesmo entusiasmo sucedeu durante a realização da oficina, pois os envolvidos gostaram de aprender a nova técnica, se envolveram e se dedicaram bastante com os trabalhos realizados. Compreendemos que as atividades artesanais é uma forma de promover a sociedade, a descoberta de novos valores, atribuindo a população riquíssimas oportunidades de evolução e crescimento em diversos meios sociais, econômicos e ambientais. A formação e construção de uma sociedade bem organizada, depende de todos esses fatores, por isso é de extrema importância a realização de projetos que envolvam essas áreas e permitam a melhoria e o progresso da sociedade. PHILIPPI JR., A., AGUIAR, A.O., Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. RIBEIRO, T. F.; LIMA, S. C. Coleta Seletiva de Lixo Domiciliar – Estudos de Casos. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 1, n. 2, p. 50-69, dez. 2000. SORRENTINO, M. De Tbilisi a Tessaloniki, a educação ambiental no Brasil. In: JACOBI, P. et al. (orgs). Educação, Meio ambiente e Cidadania: reflexõs e experiências. São Paulo: SMA. 1988. P.27-32. Palavras-chave: Educação ambiental, economia solidária, reaproveitamento de materiais, dependentes químicos.

Autor : LEIDIANA ELIAS XAVIER

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:O pescado contém nutrientes como iodo, ácidos graxos essenciais, proteínas de alto valor biológico importantes para o desenvolvimento do sistema nervoso central cognitivo, cálcio, fosforo e zinco que fortalecem os dentes, ossos e auxiliam no funcionamento muscular, sendo fundamentais na alimentação infantil, por prevenir doenças crônicas como a obesidade e hipertensão (GONÇALVES,2011). Esta pesquisa retrata um relato de experiência vivenciado durante a graduação no curso de engenharia de alimentos da Universidade Federal de Campina Grande, campus Pombal-PB, durante a minha trajetória participei de projetos de extensão, com a temática associada à inclusão de alimentos à base pescado na alimentação infantil. Neste contexto, este relato teve como objetivo abordar a importância da inclusão do pescado na merenda escolar, visando incentivar o consumo diário pelos alunos da rede municipal de escolas da cidade de Pombal-PB. Inicialmente foram selecionadas algumas escolas infantis, onde foram desenvolvidas atividades durante um período de 8 meses, sob a supervisão do coordenador do projeto, docente do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar (CCTA) da UFCG. Um ambiente ampliado à área de pescado foi montado, apliquei atividades seguidas de forma direta através da realização de palestras apresentando o conceito de “Pescados”, tipos, benefícios à saúde e formas de consumi-lo, além disso, desenvolvi questionários ilustrativos com perguntas relacionadas ao conhecimento de pescados, frequência e forma de consumo. Durante o primeiro contato com os estudantes afirmo que havia um déficit em relação ao conhecimento sobre a tecnologia do pescado, e diante disso busquei transmitir minha experiência adquirida na minha graduação e aplicar nas salas de aulas. A minha experiência como extensionista foi evoluindo por meio da interação com os alunos ao longo do tempo, ferramentas como palestras e o tempo cedido por professores durante suas aulas para o debate sobre o tema favoreceu um melhor rendimento para ambos os lados. Realizar e acompanhar as atividades possibilitou adquirir e transmitir maiores conhecimentos no que se refere ao desenvolvimento de novos produtos de pescados bem como seus benefícios na alimentação infantil. A intercomunicação com os estudantes tornou possível a possibilidade de intensificar a implantação de produtos de pescado tanto na merenda escolar quanto no seu dia a dia, além disso, foi uma ferramenta para ampliar o crescimento pessoal e profissional. A oportunidade de ser bolsista de extensão me favoreceu novas experiências e aprendizados, a construir uma consciência combinada entre teoria e prática, bem como possibilitou uma maior interação entre aprender e ensinar no que se refere aos benéficos do consumo de pescados, cuja abordagem é restrita na sociedade atual, principalmente para o público infantil.

Autor : DÊYSE LUCENA VICTOR DE SOUZA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

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Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:teste realize

Autor : MARCOS CAJAÍBA

Modalidade : AT 01 - Produção do conhecimento: Para quê e para quem

Sala : SALÃO JACARANDÁ - AT 01     Localização : PRAIAMAR

Dia : 12/12/2018     Hora inicio : 18:00:00     Hora Fim : 21:00:00

Resumo:A investigação de doutoramento em curso trata sobre as identidades culturais dos povos que vivem no bioma genuinamente brasileiro – a caatinga. Considerando a contemporaneidade como pós- modernidade, contexto do enfraquecimento das metanarrativas e de evidência dos pequenos relatos, a imagem (fotografia) aparece como média primordial para se refletir acerda destas identidades dentro de um país de dimensões continentais que é o Brasil. A partir da imersão nas comunidades da caatinga pelo investigador, será realizado, já no início do próximo ano, o trabalho fotoetnográfico embasado em quatro dimensões epistemológicas que estão a ser constituídas neste momento, onde se dará o processo de construção da narrativa fotoetnográfica. A abordagem metodológica se constitui pela fotoetnografia, tendo o grupo de foco como a técnica preponderante para que os próprios sujeitos da pesquisa sejam os coadjuvantes da construção e os principais leitores da narrativa. Além das contribuições de ordem conceitual obtidos com a finalização dos créditos das unidades curriculares, o contato vivencial com elementos da cultura portuguesa, sobretudo na região Central e do Minho, pelo viés dos estudos culturais, tem sido ferramenta importante para o estágio atual da investigação, tendo em vista que tais aspectos são considerados tanto para a construção conceitual das pequenas narrativas mitopoéticas quanto para a confecção da narrativa fotoetnográfica. Motivada pelo brilho da prata e a multicoloridade do papel crepom, a investigação inicia o terceiro ano de duração com perspectivas de maior envergadura, de forma a contar com as colaborações que poderão surgir com a partilha deste processo de pesquisa que busca, além de seu escopo específico, ratificar o sentido de aprendizado nas searas dos Estudos de Comunicação: Tecnologia, Cultura e Sociedade.

I CONGRESSO NACIONAL DA DIVERSIDADE DO SEMIÁRIDO

Semiárido brasileiro: diversidade, tendências, tensões e perspectivas