Autor : BRUNA DA SILVA GOMES

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:O processo de desertificação no Brasil é consequência da degradação ambiental, principalmente nas áreas da Caatinga e do Cerrado, resultante das variações climáticas e dos impactos negativos da ação antrópica. Segundo dados, 16% do território brasileiro estão susceptíveis à desertificação. O Território de Irecê, atualmente registra cerca de 500.000 hectares de sua vegetação desmatada, esse fenômeno se deu através do uso inadequado dos solos para a produção de culturas agrícolas irrigadas, os quais foram submetidos ao uso de agrotóxicos em grandes quantidades, extração irracional do potencial aquífero subterrâneo e desmatamentos em geral, dessa forma, resultando em áreas improdutivas e vulneráveis a desertificação. O presente trabalho tem como objetivo o reflorestamento de áreas em processos de desertificação no Território de Irecê com espécies nativas e frutíferas e a mobilização das comunidades das áreas afetadas, visando contribuir com o meio ambiente e uma melhor qualidade de vida das pessoas. O trabalho vem sendo desenvolvido pelos discentes da universidade do estado da Bahia (UNEB), Campus XVI, matriculados nos cursos de licenciatura em letras, pedagogia e bacharel em administração, por meio de bolsas de extensão, iniciação científica e contribuição voluntária. A primeira etapa do projeto constituiu-se na socialização das ações do projeto junto aos discentes vinculados, juntamente com a supervisão do professor orientador. Os primeiros passos consistiram na realização de campanhas junto à comunidade acadêmica e entorno da universidade, buscando adquirir sementes e embalagens vazias de alimentos de 1 e 2 kg para realizar o plantio e posteriormente a distribuição das plantas. Foram plantadas aproximadamente 700 mudas entre elas, pode-se citar, Pterodon emarginatus, Schinus terebinthifolius, Mangifera indica, Psidium guajava, Malpighia emarginata, Anacardium occidentale, Spondias tuberosa, Sideroxylon obtusifolium, Prosopis juliflora, Tamarindus indica, Annona squamosa, Carica papaya e Annona muricata. Posteriormente, o plantio passou a ser desenvolvido nas residências dos bolsistas buscando potencializar a proteção das mudas e consequentemente transportado para o Departamento de Ciências Humana e Tecnologias (DCHT) – Campus XVI. Observa-se nesta mesma ação a falta de interação e sensibilização por parte da comunidade acadêmica em não participarem dos projetos e a falta de discussões multidisciplinares na universidade sobre essa temática. Outro fator que impactou negativamente foi a pouca divulgação realizada pelos bolsistas. A segunda etapa consistirá em realizar o plantio de mudas em áreas degradadas e em processo de desertificação em diferentes cidades do Território de Identidade de Irecê, assim, combatendo e retardando o processo da degradação ambiental, além de beneficiar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos.

Autor : JOÃO PEDRO BEZERRA NETO

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:As regiões semiáridas, diante do seu histórico processo de insuficiência hídrica e instabilidade climática, vêm sofrendo com um significativo aumento do fantasma da desertificação, que ano após ano vem assolando nocivamente essa importante área recorrente principalmente no Nordeste brasileiro. Em vista disso, o objetivo desse trabalho foi analisar o uso do reflorestamento, a partir de espécies endêmicas ao semiárido, como estratégia de atenuação dos efeitos da desertificação nessa área. Para isso, foi realizado levantamento de referências teóricas nas bases científicas Google Acadêmico, plataforma da EMBRAPA e portal de periódicos da CAPES/MEC – onde a principal fonte de artigos foi a SciElo –, sendo adotado como critério de exclusão, dentre outros, os artigos com classificação superior a B2. Os resultados do estudo em questão mostraram que o uso de algumas espécies endêmicas do semiárido, como a Jurema preta, o Angicos, a Aroeira e a Faveleira assumem papel importante como estratégias de controle dos efeitos da desertificação no semiárido, uma vez que as espécies acima elencadas apresentam elevado índice de benefícios ao sistema água, solo e atmosfera, bem como alta tolerância às condições morfoclimáticas da região. Dessa forma, é possível concluir que é de fundamental importância compreender o potencial de algumas espécies autóctones do semiárido como alternativas promissoras no uso do reflorestamento para atenuar os efeitos da desertificação e assim, contribuir para um melhor convívio, de forma sustentável, no semiárido brasileiro.

Autor : MATHEUS HENRIQUE DE FREITAS LEITE

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:O interesse pelo estudo de tendências de extremos climáticos aumentou nas últimas décadas com a formulação de índices robustos que possam representar tais eventos extremos (Zhang e Yang, 2004, Hayloch et al, 2006, Dantas et al, 2015). A melhor fonte de dados para estes estudos é a proveniente de medições in loco de variáveis meteorológicas como a precipitação e temperaturas máximas e mínimas. No entanto, para muitas áreas do Brasil, a distribuição espacial de estações é escassa. Para tanto, pode-se utilizar diversas fontes de dados provenientes de análises gradeadas. Neste trabalho, o objetivo é avaliar a tendência de índices de extremos de temperaturas no período 1980-2013 no Estado da Paraíba a partir de séries temporais extraídas para cada um dos 223 municípios, da análise gradeada descrita por Xavier et al., (2016), com resolução espacial de 0,25° x 0,25°. Os índices utilizados para a temperatura máxima foram TXX, TNX, TX10P, TX90P, que relacionam os maiores e menores valores anuais da variável, assim como o número de ocorrências diárias em que a variável superou os percentis 10 e 90 da distribuição climatológica. Analogamente para a temperatura mínima, foram obtidos os índices TXN, TNN, TN10P e TN90P. Foram obtidos ainda os índices WSDI e CSDI, responsáveis por caracterizar ondas de calor e de frio, e DTR, que caracteriza a amplitude térmica diária a partir da diferença de temperaturas máximas e mínimas. A significância estatística das tendências foi obtida a partir do teste t-student para valores iguais ou superiores ao nível de 95% de confiança. O Estado da Paraíba possui quatro grandes mesorregiões segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): a mesorregião do sertão paraibano; a mesorregião da borborema, que envolve as microrregiões conhecida como cariri e seridó; a mesorregião do agreste, que envolve também as microrregiões do curimataú e brejo; e a mesorregião da zona da mata, que abrange municípios do litoral sul e norte do Estado. Os índices TXX, TX90P, WSDI e DTR apresentaram tendências positivas e estatisticamente significativas nas mesorregiões da borborema e sertão, e negativas no agreste e zona da mata, com significância estatística predominante em municípios do agreste. O índice TXN corrobora as tendências observadas em TXX, porém com dois núcleos de extrema significância estatística bem pronunciados no agreste, de tendências negativas, e em parte do sertão, com tendências positivas. Para os índices TNX e TNN, chama a atenção a manutenção das tendências negativas em áreas do agreste, mas também em partes do sertão e borborema para TNN. Os índices percentílicos possuem características opostas em cada extremo, o que se observa para o índice do percentil 90 geralmente é o oposto ao observado para o percentil 10, mais evidente para as temperaturas máximas do que para as temperaturas mínimas. Para estes índices nota-se a tendência de aumento de casos onde as temperaturas superaram o percentil 90 nas mesorregiões do sertão e borborema e a tendência negativa no agreste, com a faixa litorânea apresentando variações entre seus extremos norte e sul. O índice CSDI apresenta tendências com significância estatística apenas em municípios da zona da mata, negativas, já o WSDI segue comportamento muito similar aos dos índices TXX e TX90p, com muitos municípios do sertão e borborema apresentando tendência positivas estatisticamente significativas, agreste com tendência negativas igualmente significativas, e zona da mata com tendências variáveis e sem significância estatística. Pode-se concluir, para esta fonte de dados e período estudado, que as mesorregiões do Estado da Paraíba apresentam mais indícios para aquecimento, observados na maior parte dos índices estudados, com aumento da duração de períodos quentes e diminuição de períodos mais frios.

Autor : FABRÍCIO DANIEL DOS SANTOS SILVA

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:A região semiárida do Nordeste do Brasil vivencia, com freqüência, anos de seca e estiagem. Estes são os fenômenos naturais mais comuns e que mais impactam o meio ambiente local. A escassez de água no semiárido ainda promove o êxodo rural e o inchaço das grandes cidades, a agricultura familiar é seriamente comprometida (Anuário Brasileiro de Desastres Naturais, 2012). A variabilidade das chuvas no semiárido ano a ano é característica marcante da região, com alternância de ciclos de anos secos e chuvosos. O ciclo mais recente foi iniciado em 2012, com o ano de 2018 sendo o sétimo ano deste ciclo. Neste intervalo, muitos veículos de comunicação tem como chamada principal notícias de alerta que indicam a seca de determinado ano como a maior dos últimos 20, 50 ... 100 anos. Este trabalho teve como objetivo analisar os desvios de precipitação do primeiro semestre de 96 estações meteorológicas da região Nordeste para todos os anos do período 1961-2015, a fim de verificar quais os anos mais secos e identificar o fenômeno climático de grande escala associado à seca. para chegar aos anos em que os desvios negativos de precipitação foram mais significativos para a intensidade e cobertura espacial da seca no semiárido, foram analisados o número de estações que apresentaram seus três maiores déficits por ano. De forma relevante, foi possível identificar os oito anos mais secos. Seguindo o ranking de acordo com o número de estações que apresentaram determinado ano como sendo o seu primeiro, segundo ou terceiro ano mais seco, 1993 pode ser considerado o ano de seca mais severa na maior parte do Nordeste, com 58 estações classificadas seguindo esse critério, 1993 também foi o ano que apresentou o maior número de estações com o maior desvio negativo de chuvas em todo o histórico analisado: 22. 2012 pode ser considerado o segundo mais seco com 42 estações mostrando-o entre os três anos mais secos, 1990 o terceiro com 28 estações, 1998 o quarto ano mais seco com 27 estações, 1983 o quinto ano mais seco com 24 estações, 2013 o sexto ano mais seco com 7 estações, 2015 e 2014 o sétimo e oitavo anos mais secos com 5 e 4 estações, respectivamente. Destes oito anos, o mais antigo entre eles é 1983. Logo, em 2015, os veículos de comunicação poderiam no máximo afirmar que aquele poderia ser, em alguns locais do semiárido, a maior seca em 32 anos. Não se pode afirmar que a seca de determinado ano é a maior em 100 anos, por exemplo, sem uma análise criteriosa da abrangência das secas mais recentes, pois muitas estações meteorológicas nem tem registros de chuvas tão antigos para permitir tal comprovação. É preciso verificar e se atestar que as secas são recorrentes no semiárido nordestino, não são um fenômeno raro com tempo de retorno longo. Pôde-se observar também, que destes oito anos mais secos, cinco deles ocorreram sob a influencia de El Niños classificados como fortes no Oceano Pacífico central (Rodrigues at al, 2015), e três sob a influencia da fase positiva do Dipolo do Atlântico (Silva et al, 2013).

Autor : RAFAELA LISBOA COSTA

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:Mudanças na precipitação têm implicações no ciclo hidrológico e recursos hídricos, com maior impacto em regiões carentes deste recurso, como o semiárido do Nordeste do Brasil. Espera-se que as mudanças climáticas alterem a temperatura média e os valores de precipitação e que aumentem a variabilidade dos eventos de precipitação, que poderão causar inundações e secas cada vez mais severas e freqüentes (Guimarães et al, 2016). Por décadas, muitos estudos de variabilidade e mudanças climáticas da precipitação estiveram focados em mudanças nos valores médios. Porém, nos últimos tempos, houve a necessidade de se verificar mudanças, também, na constância de ocorrência de eventos extremos de chuva (Nóbrega et al., 2015). Para melhoras a análise de tendências de mudanças no clima, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) criou um grupo de trabalho que elaborou 11 índices de extremos para detecção de mudanças climáticas referentes à precipitação (Zang et al, 2011; Hayloch et al, 2006). O objetivo deste trabalho foi aplicar estes índices à séries pluviométricas dos municípios do Estado do Rio Grande do Norte, extraídas da análise gradeada descrita por Xavier et al., (2016), cuja resolução espacial é de 0,25° x 0,25°, para o período de 1980 a 2013. A tendência e a respectiva significância estatística foram analisados para seis índices de extremos: Dias Secos Consecutivos (DSC), que contabiliza o número máximo de dias seguidos sem precipitação; Dias Úmidos Consecutivos (DUC), que contabiliza o número máximo de dias seguidos com precipitação; Precipitação Total Anual (PRCPTOT); a contagem anual de dias com Precipitação (P>1mm); a contagem de dias muito úmidos, quando a Precipitação diária supera o percentil 95 (P95p), e o Índice Simples para Intensidade da Precipitação (ISIP), que contabiliza a precipitação total anual dividida pelo número de dias com precipitação. Para todos os índices, o referencial de precipitação diária é 1mm. O índice DSC apresentou tendências positivas em todo o Estado, mais intensa e significativa no agreste, e o DUC apresentou tendências negativas nas mesorregiões oeste e agreste potiguar e positiva nas mesorregiões leste e centro potiguar. Os índices PRCPTOT e P>1mm tem comportamento similar, com tendência de diminuição das chuvas diárias no agreste e de aumento nas demais mesorregiões, porém com significância estatística apenas para poucas cidades do agreste para o índice P>1mm. O índice P95p mostrou tendências positivas em todo o Estado, mas com maior intensidade e significância estatística apenas para cidades localizadas nos extremes leste e oeste potiguar. Por fim, o índice ISIP manteve a característica do P95p apenas no extremo leste, com o restante do Estado alternando áreas com tendências positivas e negativas sem significância estatística. As características observadas mostram um quadro preocupante, principalmente do ponto de vista do processo de desertificação, pois ao passo em que aumenta o número de dias consecutivos sem chuva, aumentou também a freqüência de eventos extremos diários, como mostrado pelo índice P95p.

Autor : PEDRO RODRIGUES MUTTI

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:A degradação de ambientes naturais semiáridos associada a vulnerabilidade climática a que estão sujeitas estas regiões incorre em graves problemas econômicos, sociais e ambientais (JIANG; LIAN; QIN, 2014). No Brasil, os principais núcleos de desertificação estão localizados na região do Semiárido Brasileiro, onde o clima tem uma função chave no controle dos processos de desertificação (VIEIRA et al., 2015). Neste sentido, técnicas de análise de parâmetros obtidos por sensoriamento remoto, como o Índice de Vegetação por Diferenças Normalizadas (NDVI), são amplamente utilizados com intuito de monitorar e prever o comportamento da superfície vegetada em regiões suscetíveis a desertificação (TOMASELLA et al., 2018). Portanto, o objetivo deste trabalho foi de verificar tendências em séries temporais de NDVI nos núcleos de desertificação do Semiárido Brasileiro. A área estudada comprime os seis núcleos de desertificação brasileiros, estando inseridos nos 1.340.863 km² de áreas suscetíveis à desertificação do Brasil. (PEREZ-MARIN et al., 2012). Conforme definido pelo Instituto Nacional do Semiárido (INSA – sigsab.insa.gov.br), são eles: Cabrobró (CAB), no estado do Pernambuco; Seridó (SER), nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba; Jaguaribe (JAG), Inhamuns (INH) e Irauçuba (IRA), no estado do Ceará; e Gilbués (GIL) no estado do Piauí. Foram utilizados dados de NDVI obtidos pelo produto MOD13A2 do sensor orbital Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS), considerando-se séries temporais de compósitos de 16 dias do NDVI para o período de 2000 até 2018. A presença de tendência foi verificada por meio do teste não-paramétrico de Mann-Kendall (MANN, 1945) e a sua magnitude pelo estimador de Theil-Sen (THEIL, 1950). Foram encontradas tendências de NDVI em todos os núcleos de desertificação, sendo a maioria ao nível de significância de 1,0% (p-valor

Autor : TAMIRES GABRYELE DE LIMA MENDES

Modalidade : AT18 - Desertificação e mudanças climáticas em terras secas

Sala : PO - AT 18     Localização : SALÃO CEDRO - PRAIAMAR

Dia : 14/12/2018     Hora inicio : 15:00:00     Hora Fim : 17:00:00

Resumo:Estudar o clima proporciona entender as interações das dinâmicas da biosfera, como variabilidade climática, aquecimento/resfriamento global e catástrofes ambientais. A busca por compreender os variados fatores que compõem o sistema climático é fundamental para determinar os modos de vida da sociedade. A variabilidade climática de precipitação evidencia tendências climatológicas, anomalias e mudanças climáticas, que podem ser avaliados, a partir de modelos e simular situações de clima no futuro. Este trabalho teve como objetivo analisar a variabilidade climática da precipitação no município de Garanhuns-PE, no período de 1964 a 2017, com dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia-INMET. Os resultados demonstraram oscilações na precipitação com alguns anos mais chuvosos que a média anual da climatologia e flutuações extremas com menos volume pluvial. Observar essa variabilidade pode proporcionar um planejamento agrícola de acordo com período de estação seca ou chuvosa e definir o comportamento e tendências de variação climática das regiões. Analisar as ocorrências regionais e suas previsões é necessário para o avanço de vulnerabilidade e impactos de mudanças.

I CONGRESSO NACIONAL DA DIVERSIDADE DO SEMIÁRIDO

Semiárido brasileiro: diversidade, tendências, tensões e perspectivas